Grandes obras e governança territorial na Amazônia

24/10/2018
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As experiências de inserção de grandes empreendimentos de infraestrutura e mineração na Amazônia vêm demonstrando a necessidade de planejamento, de modo que os territórios não sejam tratados apenas na perspectiva dos impactos que sofrem, mas também a partir da sua formação histórica e diversidade de visões de futuro.

Nos últimos 10 anos o FGVces vêm discutindo esta temática, a partir de inúmeras iniciativas, e mais recentemente está debruçado sobre o caso do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRSX), governança voltada ao desenvolvimento dos territórios na área de influência da UHE Belo Monte. A iniciativa, guardadas as limitações, é hoje o principal caso de constituição de um plano de desenvolvimento regional no contexto de grandes empreendimentos no Brasil, com a participação das três esferas de governo e a sociedade civil, e garantia de recursos destinados especificamente para sua implementação.

O que a implementação do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu nos ensina?

Reflexões sobre os avanços, desafios, limites e caminhos possíveis a serem traçados para a governança de territórios que recebem grandes obras, estão sistematizadas no documento intitulado “O que a implementação do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu nos ensina?” , resultado preliminar da pesquisa em curso que conta com o apoio da Mott Foundation. Com satisfação, gostaríamos de compartilhar o material e nos colocamos à disposição para ampliação deste debate!