Plataforma EPC lista propostas de políticas públicas para a indústria de baixo carbono em áreas estratégicas brasileiras

Energia, transportes e agropecuária foram os setores analisados 16/12/2015
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A indústria de baixo carbono, que integrou a pauta de discussões da COP 21 (Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas), em Paris, é assunto de várias pesquisas conduzidas desde 2009 pela Plataforma EPC (Empresas Pelo Clima), uma das áreas de atuação do GVces (Centro de Estudos em Sustentabilidade), que pertence à FGV/EAESP (Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas). 

A Plataforma EPC reúne empresas brasileiras em permanente diálogo, capacitação e construção de parcerias para a transição rumo a uma economia de baixa intensidade de carbono, resultando em estudos ilustrativos do cenário no qual o país se encontra em termos de sustentabilidade e adaptação às mudanças climáticas. 

Em “Propostas empresariais de Políticas Públicas para uma Economia de Baixo Carbono no Brasil – Energia, Transportes e Agropecuária”, foram diagnosticados e analisados os maiores desafios climáticos em três áreas estratégicas. Estas propostas têm como objetivo contribuir para o fortalecimento da competitividade da indústria nacional, garantir acesso de produtos brasileiros aos mercados internacionais e construir um mercado interno propício ao desenvolvimento tecnológico e à inovação. 

No setor de energia, a manutenção do atual modelo de desenvolvimento econômico e tecnológico indica que o Brasil tem uma tendência de aumentar, a médio e longo prazos, suas emissões de gases do efeito estufa (GEE). Do ponto de vista ambiental, esse mesmo modelo conduzirá a contribuição brasileira às mudanças climáticas globais acima de níveis que garantam a manutenção da qualidade de vida do planeta. Os principais caminhos para redução das emissões de GEE, sem sacrifício do desenvolvimento econômico, são, sugere o estudo da Plataforma EPC, a ampliação do uso de fontes renováveis de energia e a conservação ou uso de forma mais eficiente dos recursos energéticos. 

No setor de transportes, tradicionalmente conhecido por sua dependência de recursos energéticos de origem fóssil, o maior desafio está relacionado ao aumento da eficiência por meio da integração intermodal, não se concentrando somente no transporte de carga centrada no modal rodoviário, mas também no ferroviário e no hidroviário (fluvial e de cabotagem). 

No setor agropecuário, apesar do enorme potencial de mitigação de GEE, muitas das técnicas disponíveis não têm sido adotadas em sua plenitude, por diversos tipos de barreiras, e a maioria das atividades ainda precisa de fomento para ser implementada. O estudo sugere políticas de incentivo, assim como o uso racional do solo e o incremento na produtividade da agropecuária.  

Acesse o estudo completo: http://bit.ly/1NXNc94

 

Sobre o GVces

Fundado em 2003, o Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP) é um espaço aberto de estudo, aprendizado, reflexão, inovação e de produção de conhecimento, composto por pessoas de formação multidisciplinar, engajadas e comprometidas, e com genuína vontade de transformar a sociedade. O Centro atua na formulação e acompanhamento de políticas públicas, na construção de instrumentos de autorregulação e no desenvolvimento de estratégias e ferramentas de gestão empresarial para a sustentabilidade, nos âmbitos local, regional, nacional e internacional. Sua missão consiste em expandir de forma colaborativa as fronteiras do conhecimento, contribuindo para um desenvolvimento sustentável nos setores público e privado.

Veja mais em: http://www.fgv.br/ces

 

Sobre a FGV-EAESP

Criada em 1954, a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP) foi a primeira escola de administração fundada na América Latina e mantém uma longa tradição na formação de líderes nas áreas empresarial, governamental e acadêmica. Conhecida como um dos centros acadêmicos de maior prestígio nas disciplinas de Negócios e Administração Pública, a Escola se caracteriza pelo constante desenvolvimento de pesquisas e estudos pioneiros e pela vanguarda do conhecimento aplicado, divulgados em publicações e projetos realizados em seus diversos Centros de Pesquisas. Nos últimos anos, vários programas de seu portfólio de cursos foram listados em diversos rankings nacionais e internacionais. A FGV/EAESP se destaca como a Melhor Escola de Negócios no Brasil, com nota máxima na avaliação do MEC e como a primeira instituição da América Latina e uma das poucas no mundo a obter a tríplice acreditação internacional de qualidade de ensino, que inclui o reconhecimento das seguintes agências: AACSB, EFMD e AMBA. 

Veja mais em: http://eaesp.fgvsp.br/

 

Informações para a imprensa:

Insight Comunicação – Tel.: (11) 3284-6147

Claudia Izumi – claudia.izumi@insightnet.com.br

Luana Magalhães – luana.magalhaes@insightnet.com.br